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DIVÓRCIO HUMANIZADO É UM DIREITO DE FAMÍLIA

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Divórcio Humanizado representado por pais separados brincando com filha

Divórcio Humanizado representado por pais separados brincando com filha

DIVÓRCIO HUMANIZADO É UM DIREITO DE FAMÍLIA

O Judiciário tem passado por transformações significativas, surgindo em consequência uma  nova consciência jurídica no Direito de Família.

A humanização da justiça perante a nova realidade social, afetou positivamente o Direito de família, nascendo o já em plena aplicação Divórcio Humanizado.

Na família contemporânea, o afeto tem atingido proporções expressivas, sendo o mesmo concretizado inclusive como valor jurídico.

Assim, a justiça  humanizada leva a um tratamento das relações familiares de forma mais acolhedora. Com isso, de forma positiva, tem sido impactado o Direito de Família.

É assim que deve ser o Judiciário, pois sua função não é somente a aplicação da lei, mas também a propagação da justiça social.

O Divórcio Humanizado é reflexo de um elevado nível de consciência jurídica que o Direito de Família vem atingindo.

Cada vez mais busca-se a humanização no divórcio, tratando as partes como seres humanos e não como simples aglomerados de papéis.

É necessário conhecermos às circunstâncias que geraram o conflito que resultou no rompimento da relação familiar. É preciso enxergar o mundo além do que nos mostram os dados em um processo de divórcio.

Visando alcançar uma justiça mais humanizada, principalmente em relação ao Direito de Família, surgiu o centro de conciliação familiar. Nele, as partes podem chegar a um acordo sem a necessidade de um desgastante processo litigioso.

Com a proposta de ser um diferencial no atendimento às questões, o centro de conciliação familiar é uma opção para resolver os conflitos familiares de forma mais precisa.

O processo de humanização do Direito de Família vem atingindo um patamar bastante significativo. Casais que estão se separando podem contar hoje com várias técnicas de solução de conflitos.

A mediação e a técnica de Constelação Familiar estão sendo empregadas com sucesso na solução de litígios.

Divórcio,  alimentos e partilha de bens  podem ser resolvidos através da mediação, acordos ou constelação familiar. Consequentemente, isso evita que as relações  já debilitadas sofram um degaste ainda maior.

Portanto, temos várias ferramentas para se evitar os problemas do divórcio litigioso. e assim ter acesso ao direito de família humanizado.

A supressão da necessidade de se discutir a culpabilidade pelo término do relacionamento contribui bastante para o processo de humanização no direito de família.

Desse modo, percebe-se que não não há mais motivo para lavar a roupa suja no judiciário.

Outro fato bastante importante na humanização do direito de família é o divórcio realizado em cartório. Nesse sentido, realiza-se através de escritura pública, diferentemente do judicial, em que as partes dependem do juiz, no extrajudicial o divórcio depende do casal.

Com a humanização no direito de família os conflitos são resolvidos por meio de consenso entre as partes litigantes. O papel do conciliador é direcionar as partes para que cheguem a uma decisão satisfatória a ambos.

Na conciliação, a intervenção de uma terceira pessoa, alheia ao conflito, passa a auxiliar os interessados a encontrarem uma forma de acordo. Assim, o conciliador tem o papel de promover o contato entre as partes, facilitando sua comunicação.

O avanço na institucionalização das medidas alternativas de solução de conflitos importou na redução da cultura da judicialização das demandas, soerguendo um direito de família humanizado.

As modificações, principalmente no direito de família, mostram que o sistema jurídico brasileiro está evoluindo para garantir a verdadeira justiça.

Certamente, com as partes em consenso, haverá o melhor para ambos, não deixando a solução na inteira responsabilidade do julgador.

Ademais, busca-se no divórcio humanizado maior rapidez e eficiência. Dessa forma, deve-se descomplicar todo o processo para evitar mágoas e ressentimentos entre as partes envolvidas.

Com a humanização no direito de família, tornou-se prioridade no divórcio o bem estar das pessoas envolvidas no processo.


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