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TRAUMAS COM O DIVÓRCIO QUE PODEM SER EVITADOS

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“Até que a morte os separe”. A frase marcante em casamentos se torna justificativa para manter relacionamentos conjugais, afinal ninguém casa imaginando uma separação. Ocorre que o rompimento de relações conjugais vem ocorrendo com muito mais frequência em nossa sociedade, o que nos afeta emocionalmente, mentalmente, fisicamente, a ponto de minar todas as nossas expectativas , importando em traumas com o divórcio.

Ademais, quando a emoção domina nossa mente, brigas tornam o divórcio destrutivo para o casal e filhos. No auge, o ódio costuma ser mortal entre os casais, chegando inclusive a deixar de lado a razão. Coisas insignificantes geram brigas e os parceiros vão à loucura, aliás, conseguir respirar durante o turbilhão emocional não é fácil.

Pôr fim a uma relação conjugal é aceitar que uma escolha para a vida toda não funcionou. Infelizmente é comum que uma das partes não aceite o divórcio e assim ataque o companheiro. Inclusive emocionalmente, e isso pode levar a fins até trágicos, tudo por conta dos traumas causados com o divórcio.

Quem se sentiu preterido com o término, geralmente com uma forte mágoa, procura a todo custo atingir o outro cônjuge. Tal atitude acaba desencadeando uma verdadeira campanha para denegrir a imagem de seu ex-companheiro. Dessa forma, claros e evidentes ficam os traumas com o divórcio, em absoluto inconformismo da parte.

Outro fato recorrente é um dos parceiros usar a briga como um ponto de contato. Isso ocorre, pois não há desejo de se desvencilhar daquilo que parece ser seguro. O inconformismo do cônjuge com o término, a solidão, a insatisfação com a queda das condições financeiras e o fato do ex já manter uma outra relação extraconjugal são alguns dos traumas com o divórcio, e que tornam o rompimento muito mais doloroso.

EXISTE CULPADO PELO TÉRMINO DA RELAÇÃO? NÃO PERMITA QUE OS TRAUMAS COM O DIVÓRCIO EMPERREM SUA VIDA!

Toda separação traz grandes frustrações e medo, independente da parte que tomou essa decisão. Assim o divórcio, quando se torna inevitável, é uma das mais importantes e difíceis decisões na vida.

Ocorrendo a separação, todos passam por um período de sofrimento em decorrência da perda da relação conjungal. Por pior que estivesse no período imediatamente anterior ao divórcio, essa perda ocasiona traumas para ambos.

Ademais, o desgaste de um relacionamento é responsabilidade de ambos, embora cada um queira culpar sempre o outro. É muito fácil apontar o culpado pelo fim do relacionamento e não admitir sua parcela de culpa. Lidar e assumir os traumas com o divórcio bem como seus efeitos emocionais não é nada fácil. Nada se apresenta mais cômodo do que transferir toda a sua raiva, tristeza e estresse ao ex-companheiro.

Assim fica claro que mesmo aquele que tenha tomado a iniciativa do divórcio, sofre uma forte desilusão, pois ninguém casa pensando em se separar. Talvez seja o que tem uma maior lucidez para saber que o relacionamento chegou ao fim.

A separação não é fácil, pois há muito sofrimento envolvido, por mais que o casamento esteja desgastado e desajustado.

TRAUMAS COM O DIVÓRCIO LITIGIOSO? EVITE ESSES PROBLEMAS!

A separação litigiosa traz mais traumas com o divórcio, uma vez que quanto mais demorado, mais desgastante e estressante será, e maior a possibilidade do patrimônio ser destruído pela briga judicial. Frequentemente se observa a dilapidação do patrimônio, inclusive com a venda fraudulenta para terceiros ou transferência de bens, com o objetivo de frustrar o processo de divisão de bens.

Ressalte-se que em casos de litígio a vida do casal acaba sendo muito exposta, é a famosa lavar roupa suja em público. Enfim, uma verdadeira batalha ocorre com o casal se digladiando de forma desnecessária. Geralmente o judiciário é tido como o meio adequado para satisfação e vingança do cônjuge inconformado com a dissolução do casamento.

No litígio a emoção fala mais alto que a razão. As brigas desnecessárias tornam o processo de divórcio destrutivo para toda a família, principalmente para os filhos do casal que se encontram no meio do fogo cruzado, ocasionando na maioria das vezes traumas irreversíveis com o divórcio.

Cabe observar que na maioria das vezes, o divórcio é doloroso e cheio de sofrimento porque uma das partes não quer perder o vínculo e usa a briga como um ponto de contato. Geralmente, as pessoas não querem se desvencilhar do que pensam ser o seu porto seguro.

Ademais quanto mais longo, maior será o trauma com o divórcio para os filhos. Isto se deve ao fato de que durante a separação os pais tentam justificar o fim do relacionamento culpando o outro, o que, o que faz constantemente vir à tona situações de dor. Essa situação constrangedora e nada agradável irá afetar a toda a família.

Traumas com o divórcio se estendem aos filhos, sempre que pais tentam utilizá-los para atingir o outro. O desequilíbrio emocional sempre leva a decisões negativas na vida do casal.


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