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Separação sem traumas para os filhos: é possível?

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Já falamos aqui sobre como a guarda compartilhada é um dos instrumentos de convivência equilibrada entre pais e filhos após a separação (Disponível no link : https://serenoadvogados.adv.br/o-divorcio-nao-e-um-bicho-de-sete-cabecas/).

Mas e durante o processo de separação: é possível evitar traumas e sérios danos psicológicos aos filhos?

Quase todo divórcio vem acompanhada de dor e ressentimentos, o que o torna muito difícil.

Em uma separação bem conduzida, estabelece-se uma convivência saudável entre os pais. Isso resulta em maior bem-estar e segurança emocional para os filhos.

Durante esse processo, os pais devem adotar alguns cuidados, que são essenciais para minimizar, e até evitar, possíveis traumas aos filhos, tais como:

  1. Deixar claro aos filhos que eles não são culpados, ou responsáveis, pela separação, e nem pelos conflitos do casal.
  2. Evitar discutir, brigar, xingar ou ofender seu cônjuge ou companheiro na frente dos filhos.
  3. Conversar de forma a levar tranquilidade aos filhos, não o conflito.
  4. Deixar claro aos filhos que os pais continuarão disponíveis para eles, e com o carinho e atenção de sempre.
  5. Controlar suas atitudes perante os filhos, evitando impulsos de ódio e vingança, principalmente quando se tratar de um divórcio inevitável.
  6. Não falar mal do outro cônjuge ou companheiro para os filhos, nem mesmo de seus novos parceiros.
  7. Lembrar que suas atitudes no momento do divórcio podem refletir para sempre na vida de seus filhos.

É fundamental que os pais demonstrem aos filhos a importância que eles têm, para que se sintam prioridade, mesmo em um momento tão conturbado. Assim, eles compreenderão que o processo de divórcio não reduz nem altera os cuidados que os pais sempre terão.

A separação jamais deve resultar em abandono afetivo de nenhum dos pais para com os filhos; a convivência com ambos é muito importante para o desenvolvimento da criança. Esse vínculo é o que, no final das contas, fica para toda a vida.

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